quarta-feira, março 14, 2007

Uberlandy!

Uber 1 - Fiquei sabendo que em Uberlândia, a um grande numero de pessoas que se suicidam pulando dos prédios... ...é porque ainda não implantaram serviços de para-quedas. Pagando 50 reais, ninguém precisa morrer ao pular do prédio para escapar do sofrimento.

Uber 2 -
E falando em pular de prédios em Uberlândia - parece ser o esporte do momento por lá - fiquei sabendo também de uma história bastante curiosa que aconteceu naquela cidade. E juram que é verdade, que realmente aconteceu. De um cara que Pulou do 15° andar do se apartamento e não morreu. Chegando até lá em baixo, tudo que fez foi pedir o cigarro para o porteiro e sair andando. Ele já tinha sido diagnosticado como uma pessoa com problemas sérios mentais por causa das drogas. Ficou um tempo em casa e recomeçou a vida normal como se nada tivesse acontecido. Todos perguntavam o porque dele pular do seu apartamento, se foi salvo foi por causa de Deus, qual era o motivo senão talvez uma tristeza profunda? Ele queria se suicidar? A resposta dele - como contam, de um jeito sossegado - foi o seguinte: "Meu, enquanto eu dormia, começava a escutar vozes falando: "Pode pular do prédio que você não vai morrer", e eu pulei!"

Uber 3 - Na semana em que fiquei lá, foi realmente uma das melhores da minha vida, não posso negar. Pra minha vida e para meu amigo Jessé, nós olhavámos para o lado para achar mulher feia, e não achamos... ...Comida mineira é maravilhosa, sempre acompanhada com uma pinga-de-alambique antes de começar a comer (preparem o papel higiênico, garotos), aprender a dançar forró é o importante para quem chega, lugares badalados e um povo super hospitaleiro e amigo. Quando cheguei em Sorocaba (Terra do Nunca) deu até azia!

Uber 4 - Uma cidade tão carente de tantos serviços... seria bom abrir alguma filial lá! Principalmente Prestações de Serviços - eu pelo menos não consegui achar lá o que temos aqui!



escutando Podcasts


Parece piada, mas não é!

Achavamos que o grandes problemas do Rio de Janeiro eram a violência gerada por facções criminosas, o estado calamitoso da saúde pública no Estado. Também chegamos a achar que o problema fosse as enchentes que afetam a baixada fluminense ou até mesmo o sistema educacional falido.

Mas não! O grande problema sempre foi a não existência de um “dia do Flamengo”. Por isso... “Dia 03 de Março de 2007, o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral Filho sancionou a Lei Estadual 4.998/2007 criando o dia do Flamengo.”

Isso mesmo, assim como alguns santos católicos, o Flamengo também tem um dia, 17 de Novembro!
E eu pergunto: “E agora governador, vai virar feriado também?”.
É só o que falta! Só sei que depois dessa eu quero um dia do ano... eu quero!!

sábado, março 03, 2007

até Quinta!

Vou ficar um tempo sem mexer no Blog por ter que viajar para um trabalho que estarei realizando nesta semana, este será uma tarefa árdua para a minha amiga-amissíssima Rafaela Jordão, que entrou neste último dia 2 de Março para fazer jus a inteligência que tem e botar o Blog pra funcionar.

Parabéns e Obrigada Rafaela!

Esta semana foi difícil com muito trabalho e sem tempo para nada, as vezes sem tempo para postar nada de útil!
Nem sei se é algo útil para alguém, ninguém tem costume de postar/criticar as matérias por aquilo que ela ache importante aqui postadas!

Porém, vindo de Uberlândia - MG, espero trazer muito mais notícias e novidades!



Abraços calorosos

sexta-feira, março 02, 2007

Como são as coisas...

Certa vez, numa aula de Psicologia das mais interessantes possíveis, discutíamos os 'Kits Padrões' encontrados e misturados na sociedade a professora mencionou o seguinte termo: 'Kidults'.


Não dei muita importância, tomei nota de que se tratava o termo e segui na discussão. A partir dessa aula, passei a reparar nas ruas, as mulheres 'vintonas' (nunca ouvi esse termo, mas me julguei no direito de usá-lo), ‘trintonas’ e ‘quarentonas’ com blusinhas estampadas da Hello Kitty, Moranguinho, Turma da Mônica e derivados nada sutis - quer dizer - aos meus olhos não eram mais sutis.

Comecei a achar isso tudo muito ridículo e até mesmo patético. Mas daí, não me contentou as informações que eu tinha sobre esse fenômeno. Vim à internet pesquisar e vi que os chamados 'Kidults' são mais que mulheres adultas posando de ridículas nas ruas; são jovens tentando reviver lembranças do passado.
Jovens que vasculham Lp’s entulhados em prateleiras de sebos atrás dos mais variados tipos de ídolos da infância. Talvez queiram voltar a chupar 'Dip Lik' (aquele pirulito que vem com pozinho). Conversam sobre os antigos jogos do Atari. Colecionam figurinhas, bugigangas da década de 80 como bonecos ex.: Playmobil, Comandos em Ação, Falcon, He Man, boneca Suzy, thundercats, etc...Não preciso nem comentar sobre os maníacos por Chaves.

Hoje existem verdadeiros movimentos 'Kidults' - Em São Paulo, há filas para entrar na Trash 80’s famosa por tocar o 'melhor do pior' dos anos 80, um dos programas mais populares entre os 'Kidults'. No Rio de Janeiro, virou febre a chamada 'Festa Ploc', onde as músicas tocadas geralmente são dos anos 80, com pessoas vestindo a caráter de época.

Especialistas tentam desvendar o fenômeno. Em artigo no Caderno Mais da Folha de S. Paulo, o sociólogo inglês Frank Furedi disse que 'o senso de desespero que cerca a identidade adulta ajuda a explicar por que a cultura contemporânea tem dificuldade em traçar uma linha divisória entre a infância e a idade adulta'.
O desespero que cerca a idade adulta explica o porquê a cultura contemporânea tem essa dificuldade? Ou a cultura contemporânea explica o nosso desespero?




A Idéia
"Augusto dos Anjos"

De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!
Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica
Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No mulambo da língua paralítica.



Agradecimentos à Rafaela Jordão, novamente!