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quinta-feira, setembro 06, 2007

Hey Blogueiro, use Writer!

writer_outrocanal

Estou neste momento ultilizando o Windows Live Writer, que serve para isso mesmo: agilizar postagens de blogs com eficiência, dando ao usuário sensações que não existe quando escreve via online. Olha só que legal - pude dividir o post em duas colunas, como nos jornais.
Existe até um botão para riscar palavras como no WordPress, inserir vídeos, marcas, mapas e dá mais "tchãn" no tipo de imagem que pretende ser postada como sombreamento, efeito gaussaniano e marca d'água.
Você pode achar esta ferramenta no Pacote de aplicativos do Live, além de instalar o Writer no seu PC, vem junto o MSN 8.5, uma galeria de fotos para compartilhamento online e umas bugigangas que eu não quiz instalar porque estou com muita preguiça.
Faz tempo que não uso ferramentas Windows antes que não fosse do próprio sistema e mais o MSN. Gostei do que ví!

domingo, agosto 19, 2007

Japonês usando win98 é estranho imaginar

Pô, Japonês Atrasado!

Toma vergonha na cara e adquira um OS melhorzinho para o seu padrão!
Um país sinônimo de tecnologia, japonês usando Windows 98 parece uma piada de mal gosto.

quarta-feira, agosto 01, 2007

Windows, Linux e o Usuário Final


Estava eu, tranqüilo em casa quando de repente, me deparei com este post interessante, no mínimo questionável e deu o que falar.
Era uma daquelas "novelas/história de vida" de um sujeito que usava simultaneamente os Sistemas Operacionais Windows e Linux.
Por motivos pessoais, o
Senhor Gilberto Alves Junior preferiu ficar com o Operacional Gates. Postou suas conclusões levianas e recebeu uma saraivada (esperada) de comentários.

Ok, ele deu umas razões meio idiotas por preferir o Windows porque era mais cheiroso e dava menos bolhas no pé. grilos Em contraponto, um nicho de pinguins-xiitas não respeitaram a opinião do coitado, obrigando-o a reparar compatibilidade de sistema, conhecer o que mexe e ter noção de liberdade.
Tipos de pessoas assim eu conheço muito bem, são iguais aos crentes recém convertidos: "Você vai para o inferno se não aceitar Jesus".

Deu no que todos já sabem: comentários inflamados acusando o usuário-Windows de fazer apologias a burrice e a preguiça (as vezes o usuário-pingüim pega pesado e deixam escapar a "arrogância argentina" no palavreado, piores são os mac-xiitas) e como sempre, ficou nisso mesmo.
Comentários que não levam conclusão nenhuma, um acusa o outro de promover o monopólio Redmond e a pirataria, que por sua vez, ataca destacando que a facilidade e praticidade Microsoft não tem preço - a produção no ambiente de trabalho é muito mais importante que linhas de comando.

Minha humilde opinião: Os dois tem razão!

Em alguns quesitos, o Alves Junior diz umas verdades: "Curva de Aprendizado" é ter que desviar a meta do aprendizado para uma abrangência maior, porém pouco utilizado para seus fins, em alguns casos é aprender a viver novamente: Se já usando Photoshop e ter que aprender tudo de novo com o Gimp por causa do mesmo serviço comum é irrelevante, ter que aprender a mexer num sistema inteiro é sadismo - não me venham com essa história de preguiçosos.

Aceitem que tal comentário (por mais bobo que seja) não serviu para aquele usuário avançado, mas sim para aquele que vai começar a usar Linux e não sabe o que esperar dele - como eu não esperava.
(Ok linuxers, chamem este usuário de que você quiser, de orkuteiro pra baixo)
Lembrando o pequeno fator: Falar de Linux para qualquer usuário Comum é saber esperar nariz torcido: "Linux é muito difícil, não preciso."

Pra mim no começo, foi muito difícil usar Linux. A atmosfera e a gravidade são claramente perceptíveis, a linguagem, cultura e os costumes mudam, perdemos mesmo a noção de espaço ou de onde estamos. Verdadeira questão Geo-social (olhem só, falando assim para um simples Sistema Operacional) - só mesmo a força de vontade do novo usuário para mantê-los num único sistema.

Um tempo atrás, comecei a usar Ubuntu também, não minto: adorei a alternativa! (fui obrigado a voltar para o Windows)
Mas não nego também que foi estranho ter que aceitar o Gaim por falta dos Messenger de costume, fiquei perdido com programas, digamos, Genéricos, para suprir o que, no Windows, eu sabia fazer e muito bem. Detestei, de todo o coração, a droga dos comandos-manivelas para instalar programas que no outro sistema, resolvia com simples dois cliques.

Um dos comentários que me chamou a atenção foi outro cara querendo lembrar: "Não se pode usar Linux com a cabeça ainda no Windows" - pode até ser que esteja certo, mas na prática, isso é impossível para um ser humano habituado!
Pode ser que pessoas como ele não sofram as mudanças naturais de ambientes. Mas não foi assim no começo para mim e muitos outros, que ouvi reclamar dos mesmo problemas...

Sejamos Utópicos: Porque não há um sistema fácil-fácil de usar (tirando o Mac OsX) podemos juntar o útil ao agradável? Um sistema robusto, seguro, estável, configurável como Linux juntamente com o fácil, prático, unido, com valores comuns como o Windows?

Peguem aquele programa (qualquer um) e façam dele um programa comparavel e eficaz ao genérico da plataforma Windows: lapidem os cantos, concertem os bugs, deixem-no algo plenamente completo e robusto para ser colocado numa caixa e "vender". Que seja simples, intuitivo e com vasta biblioteca, é pedir demais?
Exemplo: Gimp (editor vetorial de imagens - comparavel ao Photoshop) é lindo, robusto, muito fácil e agradável, mas não é completo. O aMSN tem até mais recursos que o próprio MSN, mas é instável e cheio de bugs, sem dizer que configurá-lo é difícil...

Se o problema for direitos autorais com criação, então criem as alternativas certas igualmente comparaveis! Fazendo um meio que supre a necessidade em modo geral do mesmo serviço (nem que for pra converter os códigos a base de Engenharia Reversa) mas que seja para facilitar a vida do consumidor final.

E se mesmo assim é difícil, que leve o usuário a uma alternativa simples e comum como Ubuntu faz - já que não pode disponibilizar um codec ou drive por questão de direitos corporativos comerciais, resta-lhe é fazer o próprio usuário a "cometer o crime" indicando uma porta para que ele mesmo configure sem nem ao menos mexer em comandos.
(ai como adoro o Ubuntu!)

Tudo isso vimos antes, foi a sacada genial que a comunidade Mozilla fez para um ideal conjunto em apenas um leque de aplicativo, assim nasceu Firefox, o Thunderbird e outros da suíte.


No mundo Linux, programas livres e comparáveis são os que mais existem (D'oh) e isso é legal. A extrema diferença é que todos os recursos que encontramos dentro de apenas um software no Windows, no Linux é pulverizada em tantos outros programas que as vezes nem conversam entre sí. Aí fodeu!

Faz de cada distro uma cidade-estado diferente entre tantas outras, e quem fica doido e perdido no meio é o usuário comum - Lógico que é um prato cheio para tecnocratas geeks que adoram a tão questionada Liberdade de software, é largar uma criança numa loja de brinquedos em liquidação. Para um usuário comum isso é um terror.
Uma situação que tende a ser amenizada para a alegria de todos, nem que no começo desagrade mais gregos que os troianos.

Mas claro, se tudo der certo, a expressão: "Linux no PC dos outros é refresco" tende a acabar!

O Ubuntu,
"Graças a God", trouxe essa alternativa em tirar o Linux do mundo obscuro dos geeks, nerds, intelectualóides de universidade, ativistas e pró-punheteiros com tempo disponível.

Porém...

... ainda falta muito chão.


Comentário n° 22 de Oscar Neiros em 5/7/07
diz muito do que quis expressar

"Uso os dois, Windows e Linux. Achei os tópicos levantados o de menos entre as diferenças entre ambos, não concordei com praticamente nada do que foi levantado.

Acho ridículo o bando de Linuxer vir com a velha desculpa do “É costume!” “é isso!” “é aquilo!”

Ao meu ver, o principal problema do Linux ainda é o suporte a drivers.
Na empresa tentamos a implantação do Linux, mas não conseguimos pois nada funcionou como deveria, desde impressoras até os modems para envio de Fax.

A falta de padronização entre as diversas distribuições é outro enorme problema, mas o fator determinante ainda é o tempo/benefício. Qualquer pessoa que seja mais inteligente que um macaco de circo sabe que tempo = dinheiro, logo, a maioria das empresas simplesmente não podem parar. O fator produtividade é o mais importante dos fatores.

Usar Windows nunca foi questão de “vontade” e sim gosto*. [*mandou bem, eu diria necessidade]
Tenho a opção de simplesmente utilizar Linux, porém pra que eu faria essa opção, se boa parte do que eu uso no Windows não existe no ambiente Linux?
Essa é a palavra chave, além é claro do tempo dispensado para colocar uma distro “nos trilhos”.
Simplesmente já passei da idade e não tenho a menor disponibilidade pra perder preciosos minutos digitando comandos no console, isso é tão anos 80… Linha de comando era o máximo nessa época, mas não é mais a realidade a anos no Windows.

Se algo agrade, ele pega. Pode não ser o melhor e nesse caso citarei o iPod:
Existem diversos concorrentes mais baratos e melhores, mas ele é simples e funcional, o que agrada o usuario final.
Esse é o segredo primordial da Microsoft, criar softwares pensando naquele que só quer usar, não naquele adolescente espinhento que tem tempo pra ficar o dia inteiro na frente de um PC instalando qualquer coisa que não tenha suporte oficial.

Para aqueles que acham que falo' sem base, vivi, enfrentei problemas e encontrei soluções para Windows 3.11, NT, 9X e os atuais baseados no Kernel NT - atualmente uso Windows Vista. Pelo lado do Linux, já utilizer Slackware, Gentoo, Debian, Mandrake, Mandriva, SuSE, Red Hat, Fedora, Ubuntu e uma infinidade de minorias distros como o Kalango.

Eu, tendo em vista a experiência no uso diário de ambos sistemas operacionais, optei por usar o Windows como meu sistema principal, em casa e no trabalho.

Infelizmente, Linuxer tem a síndrome do egocentrismo, onde para eles o que é bom é apenas o que serve ao propósito deles, falam como se ninguem tivesse experiências e opções. O uso de ambos sistemas é tão normal como a preferência de alguns pela cor azul enquanto de outros pela cor verde, infelizmente pros Linuxers, apenas 90% do mundo tem preferido a cor Azul."

[...e assino em baixo]





terça-feira, junho 05, 2007

"A Googlemanização é uma realidade"

Não tem pra ninguém.
(uma pequena resenha sobre o poderoso Google)



A Google
é a empresa que está simplesmente ditando um novo estilo de negócios que, até alguns anos atrás era impossível de se imaginar.
Já impressionava a nós todos com a sua política aberta de "Não fazer o mal", pois comum mesmo é ninguém associar grandes empresas corporativas, ícones de Capitalismo Selvagem à "Bondades Samaritanas". Assim, juntando cada vez mais e mais admiradores em todo o globo, agradecemos a triunfante empresa dos nerds
Larry Page e Sergey Brin por mudar nosso conceito de negócios, participação, liberdade, ideologia nova, e porque não, ganhar um dinheirinho também com isso sem fazer mal aninguém.

E se não ganhamos dinheiro com com a ajuda do Google como fazem os Blogueiros de hoje em dia (eu aderi recentemente aos AdSenses
da vida) ficamos espantados só com os infinitos 'programinhas' e serviços de qualidade e tecnologia que ela dispõe gratuitamente na rede.
E aí perguntamos à nós mesmos: "Como foi que vivemos até
hoje sem um programa desses pra melhorar nosso cotidiano, meu Deus?"

Quer exemplos? Quem hoje não tem um simples Google Talk
(fusquinha) para conversar com contatos do Orkut ou simplesmente quando o seu MSN Messenger dá pau, cai e não entra mais? Quem não tem uma conta universal do Gmail pra todo o 'trampo'? Quem nunca viu sua casa pelo Google Earth?
Exemplos não faltam.

Não! Não falo isso para puxar sardinha pra Google, que já está com seu saco (de dinherio, ops!) muito bem levantado pelos admiradores e clientes. Mas não contradigo aquilo que disse antes aqui mesmo no >>>outrocanal: "uma empresa que mete medo pelo fato de ter controle de todos os dados e informações no mundo inteiro, e porque não, também de nossos dados pessoais, que as vezes dá nos dá uma leve impressão de ser uma corporação preparando o advento do anti-cristo."
(Obs: nada pessoal)


Realmente é uma corporação que nos constrange pelo seu crescimento de forma rápida e avassaladora. Há quem diga que a Google Inc. está trazendo novamente à tona aquela sensação vivida um pouco antes do "Estouro da
Bolha" no final da década de '90, e de forma espantosa, conseguindo se manter num ambiente seguro e propício para sua estabilidade.

O seu Business é bastante simples: Todo seu arrecadamento provém dos AdSenses
- a Alma do Google - um serviço publicitário com participação dos donos de Websites, que podem dispor diversos links de propaganda em suas páginas de web ou blogs, ganhando uma pequena arrecadação pelo número de clicks e visitas dos visitantes.

Não é novidade pra ninguém, já que este serviço de participação dos webmasters com links patrocinados é bem mais antigo que a próprio Google. Com o tempo ela preparou o terreno e popularizou os links en tudo que é blog por aí. Se não fosse o Google, muitos dos sites, projetos, novidades e blogs não
existiriam hoje.

\

Breve história de seu crescimento:
- Tudo tem o seu Começo:

"...Em 1996, Larry Page e Sergey Brin, dois estudantes da universidade de Stanford, trabalhavam num projeto de digitalização de biblioteca (Digital Library Project) e necessitavam de uma grande quantidade de armazenamento para testar seus algoritmos do Pagerank em dados da internet. Naquela época, os maiores HDs tinham apenas 4 GigaBytes de armazenamento, Page e Brin colocaram 10 HD's em um gabinete de baixo-custo criando um total de 40 GigaBytes de armazenamento..." (Google Discovery)


Larry e Sergey fizeram um motor de busca como qualquer outra já existente no mercado em meio das empresas 'ponto.Com' mais importantes da época, com poucos (ou quase nenhum) serviços extras.
Só depois do Estouro da Bolha, convidaram Eric Schmidt, 52, hoje atual CEO da Corporação, para reestruturar o ideal da Empresa em toda sua infro-estrutura. A Google começa a prosperar.


Mas antes disso, para esconder (desculpem a palavra exata) a "tosqueira" dos vários HDs juntos num recipiente simples, deram a idéia de cobrir toda a caixa com peças coloridas de Lego (daí vieram as cores do logotipo
da Marca Google.)


- A Sorte foi Sobreviver:

No começo desta década, já tinha um dos melh
ores motores de web-busca, mas toda a moral ainda estava com o Yahoo! (podemos dizer que elas tinham serviços de busca igual-para-igual).
A diferença estava na usabilidade - enquanto a Yahoo! tinha bons (porém medianos) serviços de e-mail e interatividade com o usuário e uma boa busca nas pesquisas pelo seu belo Portal web, as grandes empresas preferiam trabalhavar com sites pequenos como Google ou Mamma pela simplicidade e rapidez. Páginas focadas apenas na busca, melhorando o desempenho de experiência do usuário sem perder tempo em portais, na qual foi uma grande vantagem sobre a rival. Quem nunca ouviu dizer que usar Yahoo! nunca fez sentido nos escritórios?
Os outros portais também importantes da época eram provedores (exemplo: o AOL) Os usuários tinham que pagar por qualquer serviço.

A primeira coisa a fazer foi alcançada: Tornar-se uma Grande Corporação.
Se estabeleceram como um dos principais sites de busca da internet, conseguiram sobreviver do momento catastrófico do Estouro da Bolha no começo de 2000. Contrataram um Bacharel de Ciências da Computação com grande visão de mercado com 20 anos de experiência na área para tomar conta dos assuntos de negócio.
Avisaram para o mundo todo que tinha o melhor serviço na rede, (realmente tinham) e a Google se tornou o site de busca padrão mundial, e a Google Inc. a maior Corporação de todos os tempos.


- Se preparando para crescer:

A segunda estratégia foi desbancar a poderosa Y
ahoo! e MSN também nos serviços gratuitos.
O Google Inc lançou um portal a parte da página principal disponibilizando os seus serviços
.
Numa jogada de marketing, a Yahoo! anunciou que seu serviço de e-mail teria 100MB de espaço (dos melhores na época) e o Google começa a mostra suas garras:
De uma vez, adquiriu aquisições de tecnologias diversas, melhorou muito mais o seu motor de busca, comprou diversas empresas importantes de software e grandes sites de serviços.

No dia 1° de Abril de 2004 (Dia da Mentira) é lançado o Gmail, com 1 Giga de espaço Livre.
Pelor mérito do pessoal da Googleplex, sempre fazerem gozações hilárias neste dia lançando pegadinhas, lógico que todos especularam também que tal serviço poderia ser uma enorme mentira.
Os sites, portais e empresas concorrentes tiveram que rever seus limites de espaço para seus serviços de e-mail depois desta bomba.

Neste momento, apareceram os "brinquedinhos" gratuitos disponíveis:

GTalk

Hello,
Picasa
Blogspot
(com varios seguimentos, um deles a Blogger Brasil da Globo)
Orkut
Google Earth


O Gmail
, principal chamariz, com 1 Giga de espaço (novidade na época, hoje com mais de 2 Gigas) virou uma febre com grande procura pelos usuários, chegando a ter uma conta de seu e-mail leiloada no site do eBay.
Aí deixou de ser uma página de busca, apenas, e também consolidou-se como uma potência nos serviços, foi quando a Google se tornou o que é hoje.

Yahoo tentou fazer o mesmo, ou continuou no mesmo, mudando apenas seu layout do portal... não deu muito certo.


- Inovar para crescer mais e mais:

Sempre esteve em par com Software Livre e sempre o apoiou tais projetos, como foi com o Navegador Firefox
, do Mozilla (hoje, eles apoiam a Maxthon) e visivelmente aderiu de vez a Web 2.0 , atualizando mais e mais seus programas e lançando cada vez mais serviços na Web melhorando-os cada vez mais a vida de nós usuários.
Neste momento começa a dar o sinal reais de que a Google dominar o mercado de propagandas na internet, dominar o transito de informação, dominar a preferência dos serviços...
Internautas justificam em todo o lugar: "A Google quer dominar o Mundo"!



- Expandindo Império:

Depois de se fixarem no mundo com seu simples site (e anexarem o mundo inteiro em seus sites) O momento agora é de mais crescimento e diversificação.
Inundados em capital novo de empresas que deram certo, com seus adsenses, com seus inumeros serviços gratuitos, eles começam a mostrar o tamanho de seu capital.
Compram empresas de vendas on-line com razoável banco de dados de clientes, (nos Estados Unidos)


Continua...